- Mas você já conhece a graça de Jesus! Vai abandoná-la? - indagou meu amigo.
Naquele momento não pude entender a profundidade da pergunta, mas o tempo foi passando e a tal reverberou na alma, até o momento em que fui apanhado pela misericórdia de Deus para abandonar as rédeas da religião e tomar o jugo leve e suave Daquele que me salvou.
"Pois pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus, não por obras, para que ninguém se glorie." Assim, afirma a carta de Paulo aos Efésios. Não seria muito mais fácil repousar sobre esse presente e descansar? E por que é tão difícil aceitá-la? A resposta é simples: abraçá-la é desmerecer por completo todo mérito humano, é eliminar qualquer possibilidade de participação neste processo, mas a criatura se esforça em vão para ser um acionista e lucrar com seu trabalho.
Todo problema reside na soberba do ego inflamado. Isto acontecia com os fariseus, os líderes religiosos da época do Nosso Mestre. Acontece, que não só o Evangelho se espalhou por todos os cantos da terra, essa raça de víboras também proliferou-se de forma vertiginosa, o joio se infiltrou em meio ao trigo abençoado.
A dívida de morte que já foi cravada na cruz do Nosso Salvador não pode ser quitada pelo suor dos homens, pois o pagamento foi efetuado pelo sangue Daquele que nunca concebeu pecado. Assumir essa responsabilidade é loucura, é lutar contra o vento.
Ah! como é bom voltar a respirar em liberdade! Como é gostoso deitar na rede que Meu Senhor armou para repousar minha vida e sentir a brisa fresca do Espírito Santo, trazendo-me refrigério e contentamento.
Hoje, cheio de alegria e gratidão, consigo responder àquela indagação, segundo mencionou a carta de Paulo aos Romanos: "E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que são chamados segundo o seu propósito." A graça tornou-se muito mais graciosa para mim; e as rédeas devolvi Àquele que nunca perde o comando da nossa existência.
Naquele momento não pude entender a profundidade da pergunta, mas o tempo foi passando e a tal reverberou na alma, até o momento em que fui apanhado pela misericórdia de Deus para abandonar as rédeas da religião e tomar o jugo leve e suave Daquele que me salvou.
"Pois pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus, não por obras, para que ninguém se glorie." Assim, afirma a carta de Paulo aos Efésios. Não seria muito mais fácil repousar sobre esse presente e descansar? E por que é tão difícil aceitá-la? A resposta é simples: abraçá-la é desmerecer por completo todo mérito humano, é eliminar qualquer possibilidade de participação neste processo, mas a criatura se esforça em vão para ser um acionista e lucrar com seu trabalho.
Todo problema reside na soberba do ego inflamado. Isto acontecia com os fariseus, os líderes religiosos da época do Nosso Mestre. Acontece, que não só o Evangelho se espalhou por todos os cantos da terra, essa raça de víboras também proliferou-se de forma vertiginosa, o joio se infiltrou em meio ao trigo abençoado.
A dívida de morte que já foi cravada na cruz do Nosso Salvador não pode ser quitada pelo suor dos homens, pois o pagamento foi efetuado pelo sangue Daquele que nunca concebeu pecado. Assumir essa responsabilidade é loucura, é lutar contra o vento.
Ah! como é bom voltar a respirar em liberdade! Como é gostoso deitar na rede que Meu Senhor armou para repousar minha vida e sentir a brisa fresca do Espírito Santo, trazendo-me refrigério e contentamento.
Hoje, cheio de alegria e gratidão, consigo responder àquela indagação, segundo mencionou a carta de Paulo aos Romanos: "E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que são chamados segundo o seu propósito." A graça tornou-se muito mais graciosa para mim; e as rédeas devolvi Àquele que nunca perde o comando da nossa existência.
Comentários
Postar um comentário